07/12/2018 08h45 - Atualizado em 07/12/2018 08h45

Ah, se o rigor em julgar o outro fosse aplicado a si mesmo...

Porque será que somos tão rápidos em julgar as pessoas? Que facilidade é essa de falarmos mal dos outros

Ah, se o rigor em julgar o outro fosse aplicado a si mesmo...
Imagem reprodução

Porque será que somos tão rápidos em julgar as pessoas? Que facilidade de falarmos mal dos outros. Se alguém tem um comportamento que desaprovo ou se vejo alguma falta a “ engenharia da condenação” (termo usado por Dallas Willard) entra em ação.

Queremos colocar as pessoas na linha e com isso utilizamos a repreensão verbal ou um julgamento punitivo.

Podemos corrigir as pessoas, porém com atitudes que sejam frutos de um coração amoroso e servo.

Considero apropriado lembrá-lo (a) o que disse a Madre Teresa de Calcutá: “ Se você julgar as pessoas, não terá tempo para amá-las”.

Convido(a) a ter um coração diferente quando ver alguém errando ou agindo de uma maneira que desaprove. Deixe de ser menos egoístas.

James Bryan Smith escreveu que: “ ao julgar os outros demonstramos, na verdade, que nos importamos mais conosco do que com a pessoa que estamos julgando”

Pense nisso!

“ Não julguém, para que vocês não sejam julgados. Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem, também será usada para medir vocês” – Mateus 7:1

Paz e alegria!

Luciano “Manga”

 

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