01/11/2018 08h45 - Atualizado em 01/11/2018 09h43

Na Palavra

Um livro de Principios

Na Palavra
Foto Divulgação

A Bíblia é um livro peculiar. Palavras lapidadas em outro idioma. Atos realizados numa era antiga. Eventos registrados numa terra distante. Conselhos oferecidos a um povo de outro país. Este é um livro peculiar.

É surpreendente que alguém a lê. É antiga demais. Alguns dos escritos têm mais de cinco mil anos. É bizarra demais. O livro fala de dilúvios incríveis, incêndios, terremotos, e pessoas com habilidades sobrenaturais. É radical demais. A Bíblia nos chama para uma devoção eterna a um Carpinteiro que se autodeclarou Filho de Deus.

A lógica nos diz que esse livro não poderia sobreviver. Velho demais, bizarro demais, radical demais.

A Bíblia já foi banida, queimada, zombada e ridicularizada. Peritos já a trataram com escárnio. Reis já a baniram. Milhares de vezes o sepulcro já foi cavado e o hino do enterro entoado. Mas, nunca a Bíblia fica no túmulo. Ela não só sobreviveu, mas, prosperou. É o livro mais popular da história. Tem sido o livro mais vendido no mundo por mais de trezentos anos!

Não há na face da terra como explicar isso. Que talvez seja a única explicação. A resposta? A durabilidade da Bíblia não encontra explicação na terra; é encontrada somente no céu. Para os milhões que já testaram suas declarações e provaram suas promessas há somente uma explicação – a Bíblia é o livro de Deus e a voz de Deus.

Enquanto você a lê, seria prudente refletir sobre duas questões. Qual o propósito da Bíblia? Como é que eu estudo a Bíblia? Tempo investido nestas duas questões vai abençoar grandemente o seu estudo da Bíblia.

Via Max Lucado

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