23/04/2019 14h18 - Atualizado em 23/04/2019 14h18

O poder da oração – Fantástico.

No dia 12 de Julho de 1953, o Dr. Stovell, cientista de renome nos USA, teve um encontro com a verdade da existência de Deus

O poder da oração – Fantástico.
Imagem Reprodução/Divulgação
Créditos: reprodução

Ele estudava a energia nuclear e procurava, pelo conhecimento dos átomos, esclarecer os segredos da natureza, fazendo experiências únicas no mundo. 

 
No seu vibrante testemunho que deu a revista portuguesa “Nova de Alegria” no mês de Abril de 1966, o Dr. Stovell narra algumas de suas descobertas que o levaram a render-se a Jesus Cristo: 


“Eu era um ateu convicto. Pensava que Deus apenas existia na fantasia dos crentes e não era mais do que um resultado de superstição. Jamais pensei num Deus vivo, verdadeiro, onisciente, onipotente, onipresente e eterno. 


Nas nossas pesquisas científicas fazíamos descobertas acerca da atividade do cérebro humano. Constatamos que, de forma geral, ele funciona como uma emissora de rádio. Procuramos encontrar a escala das ondas em que trabalha e encontramos a resposta. 


Dentro de certo limite, verificamos que há um lugar para a onda de cada ser humano, em particular elas se distinguem umas das outras, mais do que as impressões digitais. 


Foi perante uma descoberta assim que meus pensamentos tomaram-me de assalto: Se nós, cientistas podemos medir as atividades do cérebro humano, não poderia Deus, registrar os nossos pensamentos? 


Sentimos interesse em experimentar o que acontece num cérebro, e escolhemos uma senhora que se encontrava enferma num hospital, para fazer uma experiência. Ela era crente e o diagnóstico dos médicos era de que teria pouco tempo de vida. 

Com autorização dos profissionais e familiares, montamos os instrumentos científicos necessários à nossa experiência, no quarto anexo ao seu, para que pudéssemos ser testemunhas dos seus últimos momentos de vida. Éramos cinco os cientistas participantes da experiência e nenhum professava qualquer religião e, dentre todos, eu era quem mais desprezava a idéia de Deus. 


Entre nossa aparelhagem havia um instrumento que media a força do pensamento. Tinha como ponto central o zero e subia até 500 graus para o lado positivo, à direita, enquanto que à esquerda descia 500 graus negativo. 
Anteriormente já havíamos feito experiência com a medição das ondas de uma das maiores emissoras de rádio dos EUA, enquanto transmitia um programa para todo o globo terrestre. Naquela experiência com o rádio, a agulha do aparelho indicara, apenas, NOVE graus positivo. 


Colocamos a aparelhagem na moribunda e ela conversava com alguém, invisível, citando que estava alegre por sentir que podia trocar este vale de lágrimas pelo lar celestial, onde teria uma vida eterna com o seu Senhor e Redentor Jesus Cristo e passou a cantar hinos de louvor a Deus. 

Ficamos comovidos e entreolhamo-nos, com lágrimas, e esquecemos nossa aparelhagem. Foi então que ouvimos um estalo no indicador do aparelho. Percebemos que a agulha apontava para os 500 graus positivo e forçava, buscando mais espaço. Ficamos admirados, comovidos com aquela situação.

Pela primeira vez na história humana fora medida a força da oração de uma pessoa crente. Essa oração mostrava-se 55 vezes mais potente que uma das maiores emissoras de rádio dos USA. Tivemos de concordar que o instrumento era limitado e não pudera medir mais. 


Naquele momento, todas as minhas idéias ateístas ruíram por terra. Sentíamo-nos profundamente tocados pelo que presenciamos. Deixamos aquele local e logo planejamos fazer a mesma experiência com uma pessoa moribunda, que fosse ateu. 


Pesquisamos e logo estávamos diante de um homem que sofria de câncer terminal. Depois de termos montado os nossos instrumentos, como da primeira vez, combinamos com uma enfermeira que começasse a discutir com o paciente, que passou esbravejar e dizia-se desapontado com tudo na vida. 


Olhamos para o aparelho e percebemos que a agulha pendia para o lado negativo. Quando o homem blasfemava, o instrumento chegou a medir 500 graus negativo. Então vimos o poder e a potência do poder dos pensamentos maus, do ódio e das blasfêmias.


Nós, humanos, somos capazes de medir o conteúdo e o poder dos pensamentos do cérebro, Deus não seria capaz de ler os nossos pensamentos? Também não seria Deus capaz de receber a mensagem que a nossa alma e cérebro emite com maior eficácia do que as maiores emissoras de rádio do mundo?

 
Desta maneira, senti-me diante de Deus, onisciente, onipresente, onipotente. A existência de Deus é provada cientificamente e como cientista sincero não podia negar a verdade. Confessei Jesus Cristo como o meu Salvador.” (Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens Jesus Cristo homem) – I Timóteo 2:5.


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